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 REFLEXõES - 23/05/2011      
Os Micinhos de Ontem Pulverizaram o Banditismo de Hoje

Era no fim da década dos anos 70, minha esposa havia conseguido um contrato para lecionar ciências de primeiro graus no Colégio Antonio Sepp de Cruz Alta. A alegria da família, já historicamente pobre, foi uma coisa inusitada, masfaltava uma coisinha importante, a simples efetivação de dito contrato. Começou ai uma maratona para destrancar tal contratação depois de ter ficado absolutamente evidente que a contratanda era uma mocinha que não fazia parte da “rede dos mandachuvas” de então.
Vivíamos o chamado período da ditadura militar, os governantes eram quase todos da mesma ideologia e programa partidário que, por sinal, era bem melhor definido do que os programas dos partidos de hoje (pelo menos na prática). O interessante é que o acesso a qualquer cargo por alguém que não era da rede era praticamente impossível.
Em verdade este é apenas um fato que se descreve com toda fidelidade lembrando um dos vários raciocínios desse jeito que machucou tanta gente naqueles tempos, do qual sou testemunha. Essa conduta era tão escandalosa que foi criando uma repulsa, uma aversão a tais práticas, a ponto de interferir na consciência das pessoas que começou a ser admitido aqueles movimentos que culminou, depois de muitos anos e de muitos atropelos de sensatez de conduta, com as chamadas “diretas já”. Como acompanhei essas coisas pelo lado de quem não tinha padrinho e fazia parte de uma família muito pobre e, como se não bastasse, me casai com uma mulher de família pobre, naturalmente cheguei à inequívoca conclusão de que só poderia sair daquela pobreza estudando e trabalhando muito. Além, é claro, de precisar preparar-se para estar, permanentemente, em um estado psicológico capaz de suportar as “chamadas bolas nas costas” que surgiam, às vezes, sem se saber de onde vinham.
Os formadores e simpatizantes do Partido dos Trabalhadores – PT -, condenavam em todos os lugares e em todas as oportunidades o mal fadado nepotismo e, com a mesma ênfase, o velado tráfego de influência direta ou indiretamente que “campeava” em todos os seguimentos.
No entanto, a m.s., as cifra que iam e que vinha não eram tão vultosas. Parece que os que condenavam antes “estão indo ao pote” hoje com mais sede e menos escrúpulo. E mais, quando alguém deixava a desejar nas cautelas, as defesas eram feitas entre padrinhos e afilhados sem o despudor da defesa em público que agora já são feitas como se todos estivessem acima do mal e do bem.
Diante desta triste lembrança, revivo uma triste realidade, porém agora além dos mocinhos também atacarem de bandidos a coisa está ainda mais pulverizada.
 

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